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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

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na luz súbita do que sinto
2016, josé

Vão desculpar-me, mas eu amo esta fotografia! As razões são inconfessáveis!

Eu sei que ela não tem a resolução suficiente para aguentar uma revelação, visto que é tirada em plena noite num ambiente saturado de luzes artificiais, a uma distância bastante grande e a minha máquina, apesar de ter uma lente excelente, (acho que terá sido polida pelo Baruch Espinosa!) é bastante limitada, sobretudo nos ISOS elevados e esta é feita a 2000, num f/5.9 1/4 a 60mm.
A resolução dela a estes níveis é baixa, ela afunila enormente quando tento puxar por ela em ambientes de fraca visibilidade, embora ganhe algum daquele granulado da revelação dos rolos antigos que aprecio bastante. Toda as pessoas me dizem que tenho que comprar uma máquina melhor, mas eu sou casmurro e penso que são as limitações técnicas que nos ensinam a encontrar soluções, por isso continuarei nesta senda. (Em segredo, eu já comprei uma máquina melhor, com uma parafernália de objectivas...mas não a uso! É demasiado cómodo pôr um canhão e...já está!) Espero que o meu professor de fotografia não me esteja a ouvir!
Mais tarde, mais tarde, deixem-me evoluir!
josé

às cavalitas
andámos todos um dia-
dentro e fora de nós
num sonho de belas crinas
alguém num voo nos levou
ao lugar onde nascem
todos os que nos amam
2017, josé


a mi abuela
música
ALBÉNIZ // Cantos de España, op.232: Asturias, leyenda in G major by Elsa Grether
https://youtu.be/Xj4IW0xf5yM
Foto

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